A construtora protege a obra nova dela (Risco de Engenharia). A empreiteira de reforma trabalha dentro do imóvel de terceiro e cercada de vizinhos — então o risco principal é outro: a obra que trinca a parede do vizinho, infiltra no apartamento de baixo ou danifica o imóvel do cliente. E aqui a responsabilidade costuma ser objetiva: basta o dano e o nexo com a obra. É a RC a terceiros que cobre.
O dano a terceiros, as máquinas do canteiro e a operação. Na reforma, a primeira é a mais cara — porque você está dentro da casa e do prédio dos outros.
O coração da apólice. Cobre danos materiais e corporais a terceiros durante a obra em local de terceiro: rachadura, infiltração, dano estrutural ao imóvel do cliente e do vizinho, queda de material que atinge alguém. Em escavação/demolição/vibração a responsabilidade costuma ser objetiva.
Protege betoneiras, andaimes, ferramentas elétricas, geradores e o material depositado na obra contra roubo, incêndio e danos. Em obras maiores, a própria obra/serviço em execução também pode ser coberta.
Cobre danos a terceiros decorrentes da atividade e, somada ao Vida em Grupo / Acidentes, protege a equipe de obra — pedreiros, eletricistas e ajudantes — num trabalho de risco elevado (altura, máquinas, energia).
Os riscos da reforma caem em frentes diferentes. Veja qual cobre cada um:
ℹ Exemplos didáticos — a cobertura efetiva depende das cláusulas e do pacote contratado. A Rio Rubio monta a combinação exata pra sua empreiteira.
A empreiteira de reforma reúne exposições próprias: o dano a terceiros (cliente e vizinho, muitas vezes em responsabilidade objetiva e com valores altos quando há estrutura envolvida), as máquinas e o material no canteiro, e a operação diária com equipe em situação de risco. Tratar a empreiteira como uma construtora — focando só na obra — deixa de fora a frente que mais gera litígio na reforma: a RC a terceiros.
Reúne RC a terceiros (RC Obras: cliente e vizinho), equipamentos e ferramentas, patrimônio do canteiro e RC de operações. A Rio Rubio, como Parceiros Diamante, dimensiona o limite ao porte da obra e ao risco (escavação, demolição, altura).
É o sinistro clássico da reforma. A obra estava dentro da unidade do cliente, tudo combinado — mas a demolição vibrou, e a infiltração ou a rachadura apareceu no vizinho. Diferente da obra nova, em que o seguro central protege a construção em si, aqui o problema vai pra fora do canteiro: atinge o imóvel do cliente e o de terceiros. E como a jurisprudência reconhece responsabilidade objetiva em escavação, demolição e vibração, muitas vezes basta o dano e o nexo com a obra — sem discutir culpa. A RC a terceiros é o que paga essa conta; sem ela, sai do caixa da empreiteira.
O empreiteiro acha que o seguro da obra resolve tudo. Mas na reforma o que mais processa é o vizinho — a parede que trincou, a água que infiltrou. E como costuma ser responsabilidade objetiva, não adianta dizer que fez certo: a RC a terceiros é o que separa um reparo de uma ação que come o lucro de vários contratos.
— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora
Pedreiros, eletricistas, ajudantes e encarregados trabalham em altura, com máquinas e energia — operação de risco elevado. Além da RC, vale proteger as pessoas:
Veja o Vida em Grupo Empresarial — patrimônio e pessoas na mesma proposta.
PDF com as 3 frentes de risco, a tabela "quem paga" por sinistro e por que a RC a terceiros é o coração do seguro de reforma.
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