Na tecnologia, o produto é intangível — e o risco também. Se o software ou sistema que você desenvolveu falha e causa prejuízo ao cliente, a empresa de TI responde (E&O Tech). Some-se o vazamento de dados de terceiros e o ataque/ransomware que pode parar você mesmo (cyber, dupla face), e a violação involuntária de PI: são 3 frentes, e o seguro patrimonial comum não toca em nenhuma das principais.
A responsabilidade pelo serviço, os dados e os equipamentos. As duas primeiras são digitais e invisíveis no seguro de prédio — e são as que mais doem.
Cobre o prejuízo a terceiros por erro, omissão ou mau funcionamento dos sistemas que você desenvolveu, integrou ou implantou — e a violação involuntária de direito autoral, propriedade intelectual ou marca. Com defesa e indenização, é a frente central.
Cobre os dois lados: a responsabilidade por perda/vazamento de dados de terceiros e os próprios prejuízos da empresa por ataque, ransomware, paralisação e recuperação de dados. Para quem vive de software, é essencial.
Protege servidores, computadores, infraestrutura e o imóvel contra danos, roubo e falhas elétricas — mais lucros cessantes pela parada. A infra que sustenta o serviço também precisa de proteção física.
Os riscos da TI caem em frentes diferentes. Veja qual cobre cada um:
ℹ Exemplos didáticos — a cobertura efetiva depende das cláusulas e do pacote contratado. A Rio Rubio monta a combinação exata pra sua empresa de tecnologia.
A empresa de tecnologia inverte a lógica do seguro patrimonial: a sala é o de menos, o valor está no software que ela entrega e nos dados que ela processa. Isso cria duas exposições que o seguro comum não enxerga — a responsabilidade por uma falha de sistema que prejudica o cliente (e por uma eventual violação de PI), e o risco cyber em dupla face (vazar dados de terceiros e ser paralisada por um ataque). Proteger só o equipamento é cuidar do que menos importa. E&O Tech e cyber tratam o risco real do negócio digital.
Reúne E&O Tech (falha de sistema, PI), cyber/dados (terceiros e próprios), equipamentos, patrimônio e lucros cessantes. A Rio Rubio, como Parceiros Diamante, dimensiona o limite ao faturamento e ao tipo de operação (software house, SaaS, consultoria).
É a natureza do negócio digital: o que gera valor — o software entregue, a base de dados processada, a propriedade intelectual — é exatamente o que pode gerar o passivo. Um bug que derruba a operação de um cliente vira pedido de indenização pelo prejuízo; um vazamento expõe dados de terceiros e aciona a LGPD; uma biblioteca usada sem licença adequada vira disputa de PI; um ransomware paralisa a própria empresa. Nada disso tem relação com a parede do escritório. E&O Tech e cyber são as coberturas desenhadas para o risco que a empresa de tecnologia realmente corre.
A software house faz o seguro do equipamento e acha que está coberta. Mas o que pode quebrá-la é o sistema que falhou no cliente, o vazamento da base ou a disputa de código. E&O Tech e cyber são o seguro do que a empresa de TI de fato faz — e produz, e guarda.
— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora
Desenvolvedores, analistas, suporte e produto são o ativo da empresa de TI. Além da responsabilidade, vale proteger a equipe:
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PDF com as 3 frentes de risco, a tabela "quem paga" por sinistro e a combinação recomendada por tipo de operação.
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Se deixou WhatsApp, Jorge Neto contata em até 2h úteis.
Outros serviços com RC profissional e dados:
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