A funilaria soma duas exposições que pedem cobertura específica. O carro do cliente sob sua guarda não é coberto pelo empresarial comum — é RC Garagista. E a cabine de pintura, a estufa e os solventes elevam o risco de incêndio bem acima de uma oficina seca. São 3 frentes — e o seguro certo cobre cada uma.
O carro de terceiro, o fogo e os equipamentos. As duas primeiras são o que distingue a funilaria de um comércio comum.
Cobre os danos ao veículo do cliente sob sua guarda — colisão na manobra, incêndio, roubo e furto enquanto o carro está na funilaria. O seguro empresarial comum protege o seu imóvel, mas não o carro de terceiro.
A cabine de pintura, a estufa, solventes, tintas e vernizes elevam o risco de incêndio muito acima de uma oficina seca. A cobertura precisa ser dimensionada a esse risco, com atenção às medidas de prevenção exigidas.
Protege cabine, compressor, pistolas, ferramentas e o imóvel contra danos, roubo e danos elétricos — mais lucros cessantes pela receita perdida com a funilaria parada após um sinistro.
Os riscos da funilaria caem em frentes diferentes. Veja qual cobre cada um:
ℹ Exemplos didáticos — a cobertura efetiva depende das cláusulas, das medidas de prevenção e do pacote contratado. A Rio Rubio monta a combinação exata pra sua funilaria.
A funilaria é uma oficina, mas com dois agravantes que mudam tudo no seguro. O primeiro é o carro do cliente: como qualquer negócio que guarda veículo de terceiro, ela precisa de RC Garagista — o empresarial comum cobre a parede, não o carro. O segundo é o fogo: a cabine de pintura, a estufa e os solventes fazem da funilaria um dos comércios com maior risco de incêndio, o que exige cobertura dimensionada e medidas de prevenção em dia. Tratar a funilaria como uma loja qualquer deixa as duas exposições principais sem resposta.
Reúne RC Garagista, incêndio dimensionado aos inflamáveis, equipamentos, patrimônio e lucros cessantes. A Rio Rubio, como Parceiros Diamante, ajusta o limite de RC ao valor médio dos veículos e orienta a prevenção de incêndio.
O funileiro contrata um seguro empresarial padrão e acha que está coberto. Mas a funilaria tem duas exposições que esse seguro não trata direito. O carro do cliente, danificado ou incendiado sob sua guarda, é RC Garagista — fora do empresarial comum. E o risco de incêndio, alimentado por solventes e pela cabine de pintura, é muito maior do que a tarifa de uma loja seca pressupõe: contratar errado pode significar prêmio inadequado e até questionamento na hora do sinistro. Dimensionar os dois riscos é o que protege o negócio.
Funilaria não é loja: tem o carro de terceiro e tem a cabine de pintura. Um pede RC Garagista, o outro pede cobertura de incêndio dimensionada aos inflamáveis. O empresarial genérico não cobre o carro e subestima o fogo — é a receita do prejuízo no pior dia.
— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora
Funileiros, pintores e ajudantes trabalham com solventes, solda e tinta. Além do patrimônio, vale proteger a equipe:
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