Celular e eletrônico são o alvo perfeito: muito valor em pouco volume, fáceis de transportar e de revender. Por isso lojas de celulares e eletrônicos estão entre os principais alvos de assalto à mão armada e arrombamento do varejo. O centro do seguro aqui é a cobertura de roubo e furto de mercadorias — não o incêndio — somada ao patrimônio e à RC do cliente na loja.
O roubo do estoque, o patrimônio da loja e o cliente nas dependências. A primeira é o que define o risco do setor.
O coração da apólice. Cobre assalto à mão armada (roubo) e arrombamento (furto qualificado) da mercadoria — celulares, notebooks, aparelhos — até o limite contratado. Medidas de segurança (alarme, CFTV, cofre) reduzem o risco e o prêmio.
Protege o imóvel, mobiliário, vitrines e os equipamentos da loja contra incêndio, danos elétricos (curto que queima estoque sensível) e demais riscos — com lucros cessantes pela parada após um sinistro.
Cobre danos a terceiros nas dependências (cliente que se acidenta no local) e, pela RC do produto, dano causado por um item vendido (ex.: bateria que superaquece) — frentes distintas do roubo e do patrimônio.
Os riscos da loja de eletrônicos caem em frentes diferentes. Veja qual cobre cada um:
ℹ Exemplos didáticos — a cobertura efetiva depende das cláusulas, dos sublimites e das medidas de segurança contratadas. A Rio Rubio monta a combinação exata pra sua loja.
A loja de eletrônicos concentra valor como poucos varejos: uma vitrine pequena guarda dezenas de milhares em aparelhos altamente visados. Por isso o roubo e o furto são o risco número um, à frente do incêndio. Mas há também o patrimônio (a loja e os equipamentos) e a responsabilidade pelo cliente nas dependências e pelo produto vendido. Tratar a loja como um varejo comum, focando só no incêndio, deixa descoberta a frente que mais tira o sono do lojista: o assalto.
Reúne roubo e furto qualificado de mercadorias, patrimônio e danos elétricos, RC de operações e produto, e lucros cessantes. A Rio Rubio, como Parceiros Diamante, dimensiona o limite de roubo ao estoque e às medidas de segurança da loja.
É o sinistro que define o setor. Diferente de um varejo de baixo valor, a loja de eletrônicos guarda uma fortuna num espaço pequeno — e isso a coloca na mira. Um assalto à mão armada esvazia a vitrine em minutos; um arrombamento noturno leva o estoque inteiro. O seguro de incêndio, sozinho, não toca nisso. O que protege é a cobertura de roubo e furto qualificado, com limite dimensionado ao estoque e às medidas de segurança que a seguradora exige — e que, contratadas, ainda reduzem o prêmio. Sem ela, a perda de um único assalto pode equivaler a meses de margem.
O lojista de eletrônicos costuma pensar no incêndio, mas o que tira o sono dele é o assalto. Estoque pequeno, valor altíssimo, fácil de revender — é o alvo perfeito. Roubo e furto com o limite certo, e as medidas de segurança que a apólice pede, é o que separa um susto de uma perda que fecha a loja.
— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora
Vendedores, técnicos de assistência e caixa enfrentam o risco diário do balcão — inclusive o emocional de um assalto. Além do patrimônio, vale proteger as pessoas:
Veja o Vida em Grupo Empresarial — patrimônio e pessoas na mesma proposta.
PDF com as 3 frentes de risco, a tabela "quem paga" por sinistro e as medidas de segurança que reduzem o prêmio de roubo.
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Varejo de alto valor e alvo de roubo — riscos próprios:
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