Quem guarda mercadoria de terceiro responde por ela. A Lei dos Armazéns Gerais (Decreto 1.102/1903) e o dever de custódia do depositário fazem o operador logístico responder pela guarda e fiel entrega da carga — inclusive por furtos dentro do armazém. E aqui está a pegadinha: o seguro do galpão cobre o que é seu; a carga dos clientes precisa de uma cobertura própria.
A carga de terceiros sob guarda, o patrimônio do CD e a operação que movimenta tudo. A primeira é a que mais gente esquece — e é a mais cara.
O coração da apólice. Como você responde pela guarda e fiel entrega da mercadoria de terceiro, esta cobertura paga quando há roubo, furto, incêndio ou avaria da carga armazenada sob sua custódia. É a frente que o seguro patrimonial do galpão não alcança.
Protege o galpão, estanterias, docas, empilhadeiras, geradores e sistemas (WMS) contra incêndio, roubo e danos elétricos — mais os lucros cessantes que mantêm a receita enquanto a operação está parada após um sinistro.
Cobre danos a terceiros na movimentação (empilhadeira que atinge pessoa ou bem) e, para quem também transporta, complementa com RCTR-C e RCF-DC — a carga em trânsito, frente distinta da carga parada.
Os riscos do operador logístico caem em frentes diferentes. Veja qual cobre cada um:
ℹ Exemplos didáticos — a cobertura efetiva depende das cláusulas e do pacote contratado. A Rio Rubio monta a combinação exata pro seu CD.
O operador logístico reúne exposições que raramente vêm na mesma apólice: a carga de terceiros sob guarda (cujo valor costuma ser muitas vezes maior que o do próprio galpão), o patrimônio físico do CD e a operação diária de movimentação. Cobrir só o galpão e esquecer a carga é o erro clássico — e é nele que um único incêndio ou roubo de estoque pode levar um operador inteiro junto, porque a indenização à mercadoria do cliente sai do bolso da empresa.
Reúne RC do depositário/armazenagem, patrimônio do galpão, equipamentos, lucros cessantes — e RCTR-C/RCF-DC para quem também transporta. A Rio Rubio, como Parceiros Diamante, dimensiona o limite ao valor médio do estoque e ao gerenciamento de risco do CD.
É a conversa mais dolorosa do setor. Houve o incêndio, o seguro patrimonial reconstruiu o galpão — e então chegam as notificações dos clientes cobrando a mercadoria que estava guardada lá dentro. A lei é clara: quem recebe carga em depósito responde pela sua guarda e entrega, e responde até por furtos ocorridos dentro do armazém. Essa indenização não sai do seguro do prédio; sai da cobertura de RC do depositário — e quem não a tem paga do próprio caixa, muitas vezes um valor que supera todo o patrimônio da empresa.
O operador acha que o grande risco é o galpão pegar fogo. O grande risco é a carga dos clientes pegar fogo junto — porque o prédio é dele e está coberto, mas a mercadoria é de terceiro e a lei o coloca como responsável. RC do depositário não é detalhe: é a apólice que define se um sinistro é prejuízo ou falência.
— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora
Operadores de empilhadeira, conferentes, separadores e a equipe de expedição fazem o CD girar. Além do patrimônio e da RC, vale proteger as pessoas:
Veja o Vida em Grupo Empresarial — patrimônio e pessoas na mesma proposta.
PDF com as 3 frentes de risco, a tabela "quem paga" por sinistro e como separar a cobertura do galpão da cobertura da carga.
Email + WhatsApp opcional para contato em 2h úteis.
Em alguns minutos você recebe o Guia do Seguro de Operador Logístico 2026 no email.
Se deixou WhatsApp, Jorge Neto contata em até 2h úteis.
A família do depositário — a lei te coloca como responsável pelo que está sob a sua guarda:
Cotação Porto Seguro grátis. RC do depositário + patrimônio do galpão + equipamentos + lucros cessantes, e RCTR-C/RCF-DC se você também transporta — com o limite certo pro pico do seu estoque.
Conversar com Rio Rubio