CCT SINDIMOTOSP 2025/2026 · Cláusula 17 · Lei 12.997 (periculosidade)

Motoboy e motofretista: seguro obrigatório por CCT + periculosidade de 30%

Toda empresa que emprega motoboy CLT em São Paulo tem dupla obrigação: a Cláusula 17 da CCT do SINDIMOTOSP exige seguro de acidente pessoal de R$ 26.500 (morte acidental e invalidez), custeado pela empresa; e a Lei 12.997/2014 garante adicional de periculosidade de 30% — a moto é, por lei, atividade perigosa, com a regulamentação pacificada pela Portaria MTE 2.021/2025.

Base CCTCláusula 17 (SINDIMOTOSP)
Seguro de acidenteR$ 26.500
Periculosidade30% salário-base
Piso motofretistaR$ 3.194,03
CCT + Lei Federal

A Cláusula 17 e a periculosidade da moto

O motoboy CLT em São Paulo está sob dupla obrigação: a CCT do SINDIMOTOSP exige o seguro de acidente pessoal (Cláusula 17); a Lei 12.997/2014 garante o adicional de periculosidade de 30% por trabalho em motocicleta. As duas se somam — a empresa precisa cumprir ambas, e uma não substitui a outra.

Cláusula 17 — Seguro de Acidentes (CCT SINDIMOTOSP 2025/2026)

"As empresas deverão, às suas expensas, contratar seguro de acidente pessoal para os integrantes da categoria profissional, nos seguintes termos:"

  • Morte acidental: R$ 26.500,00
  • Invalidez permanente total por acidente: R$ 26.500,00
  • Invalidez permanente parcial por acidente: R$ 26.500,00 (proporcional ao grau)
  • Empresa paga 100% ("às suas expensas") — e responde diretamente pela indenização se não mantiver o seguro

Cláusula 17 da CCT SINDIMOTOSP · vigência 1º/10/2025 a 30/09/2026 · piso do motofretista R$ 3.194,03 (EPP/ME R$ 3.131,21).

⚠ Moto: periculosidade por lei + o veículo mais letal do trânsito

O risco do motoboy é agudo e diário — cada entrega é exposição. A lei reconhece isso:

  • Lei 12.997/2014 — incluiu o §4º no art. 193 da CLT: trabalho em motocicleta é atividade perigosa
  • Periculosidade de 30% sobre o salário-base, enquanto houver exposição
  • Portaria MTE 2.021/2025 — pacificou a regulamentação do adicional para motociclistas
  • Não substitui o seguro — periculosidade (verba salarial) e seguro (Cláusula 17) são complementares
📋 Base sindical (Estado de SP)
  • Laboral: SINDIMOTOSP (Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas do Estado de SP)
  • Categorias: motofretista (mensageiro, delivery próprio, farmácia, e-commerce) e bikeboy
  • Lei federal: 12.997/2014 (periculosidade do motociclista)

📄 CCT SINDIMOTOSP · Lei 12.997/2014

Estimativa em 30 segundos
Cobertura recomendada pra sua frota
Cobertura recomendada por vida
R$ —
Custo Porto Diamante estimado
Custo mensal empresaR$ — a R$ —
Por motoboy/mêsR$ —
Custo anual estimadoR$ —
ℹ Estimativa baseada em perfil médio do setor e referência de mercado Porto Diamante. A cotação exata depende do CNAE específico, tipo de operação (mensageiro, delivery, cargas), rodagem média e CCT da base. Resposta personalizada em até 2 horas úteis pelo WhatsApp.

A moto é o veículo mais letal — e o risco é a cada entrega

Diferente de quase todo setor, o risco do motoboy não se acumula em anos: ele é agudo e imediato. A motocicleta concentra a maior taxa de acidentes e mortes no trânsito brasileiro, e o motoboy se expõe dezenas de vezes por dia. Foi por isso que a Lei 12.997 classificou a atividade como perigosa — e que a CCT obriga o seguro de acidente desde a admissão.

Cumprir a Cláusula 17 (R$ 26.500) é o mínimo legal. Mas o valor absoluto é baixo diante de um acidente fatal ou incapacitante. Ampliar a Vida em Grupo com cobertura reforçada de morte e invalidez por acidente é proteção patrimonial real — porque quando o pior acontece e a empresa só tinha o mínimo, a família aciona o empregador e a diferença sai do caixa.

O motoboy encara o trânsito de São Paulo o dia inteiro pela sua empresa. O mínimo da CCT cumpre a lei; ampliar a cobertura é o que realmente protege a família dele e o patrimônio de quem o emprega.

— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora

Custo de descumprir a CCT + a periculosidade

Empresa que emprega motoboy sem o seguro da Cláusula 17 e sem pagar a periculosidade fica exposta a:

  • Indenização direta da cobertura da Cláusula 17 (R$ 26.500), paga pela empresa, em caso de morte ou invalidez por acidente
  • Periculosidade retroativa — os 30% não pagos podem ser cobrados dos últimos 5 anos + reflexos (férias, 13º, FGTS, aviso)
  • Ação trabalhista da família em acidente grave — evento frequente no setor
  • Danos morais somados à indenização, em acidente fatal sem cobertura
  • Multa do MTE por descumprimento de cláusula de convenção coletiva
ℹ Exemplo hipotético — acidente fatal de motoboy

Suponha um motoboy que falece em acidente e a empresa sem o seguro da Cláusula 17 nem periculosidade paga: o empregador pode arcar com a indenização da CCT + a periculosidade retroativa (5 anos) + danos morais — passivo direto que supera com folga anos de prêmio mensal. Com Vida em Grupo ampliada e ativa, a seguradora paga a indenização contratada; a empresa paga prêmio mensal proporcional por motoboy.

Compliance CCT + periculosidade + seguro em 3 passos

01 ─ ANÁLISE

Perfil da frota

Mande WhatsApp informando o tipo de operação (mensageiro, delivery, farmácia, cargas), rodagem média e nº de motoboys CLT.

02 ─ PROPOSTA

Cotação Porto Diamante em 2h

Cotação considerando a Cláusula 17 da CCT, a periculosidade de 30%, o perfil de risco da operação e a frota. Cobertura reforçada de morte e invalidez por acidente.

03 ─ EMISSÃO

Apólice ativa em 48h

Após assinatura, cobertura imediata. Empresa em conformidade com a CCT + periculosidade, com proteção patrimonial contra ação trabalhista.

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  • Cláusula 17 destrinchada: seguro de acidente R$ 26.500 (morte / invalidez)
  • Periculosidade 30%: como calcular e o risco de passivo retroativo
  • Por que periculosidade e seguro são obrigações distintas
  • Estimativa Porto Diamante personalizada por operação (delivery, mensageiro, cargas)

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Perguntas frequentes

Motoboy tem seguro obrigatório pela empresa?
Sim. A Cláusula 17 da CCT do SINDIMOTOSP (2025/2026) obriga a empresa a contratar, às suas expensas, seguro de acidente pessoal: R$ 26.500 por morte acidental, R$ 26.500 por invalidez total por acidente e R$ 26.500 por invalidez parcial. Empresa que não mantém responde diretamente pela indenização no sinistro.
Motoboy tem direito a periculosidade de 30%?
Sim. A Lei 12.997/2014 acrescentou o §4º ao art. 193 da CLT, classificando o trabalho em motocicleta como perigoso — adicional de 30% sobre o salário-base. A Portaria MTE 2.021/2025 pacificou a regulamentação do adicional para motociclistas. O motoboy CLT faz jus aos 30%.
A periculosidade substitui o seguro de vida?
Não. São proteções distintas e complementares. A periculosidade (30%) é verba salarial paga enquanto há exposição; o seguro de acidente da Cláusula 17 é benefício pago pela empresa à seguradora. A empresa deve cumprir as duas — uma não substitui a outra.
Qual o valor exato do seguro e o que cobre?
Conforme a Cláusula 17: R$ 26.500 por morte acidental, R$ 26.500 por invalidez permanente total por acidente e R$ 26.500 por invalidez permanente parcial (proporcional ao grau). É o mínimo da convenção — muitas empresas ampliam, dado que a moto é o veículo de maior risco no trânsito.
Entregador de aplicativo (PJ) também tem direito?
A CCT cobre os motofretistas CLT regidos por ela. O entregador autônomo/PJ de app não entra automaticamente, mas a empresa que contrata motoboy CLT (mensageiro, delivery próprio, farmácia, e-commerce) está obrigada à Cláusula 17 e à periculosidade. Vale avaliar cobertura para a frota terceirizada como diferencial.
Por que ampliar acima do mínimo da CCT?
A moto tem a maior taxa de acidentes e mortes do trânsito, e o motoboy se expõe a cada entrega. O mínimo (R$ 26.500) é uma base; muitas empresas ampliam a Vida em Grupo (R$ 50k a R$ 150k por vida) com cobertura reforçada de morte e invalidez por acidente, cumprindo a CCT e protegendo a família e o patrimônio.
Quanto custa e em quanto tempo emite?
Use a calculadora desta página pra estimativa em 30 segundos por nº de motoboys, tipo de operação e cobertura. A cotação exata depende do CNAE, do perfil da frota e da CCT da base. Com a Rio Rubio, proposta Porto Diamante em até 2h úteis e apólice emitida em até 48h após assinatura.

Sobre o autor

Jorge Neto
Jorge Neto
Corretor · Parceiros Diamante Porto Seguro · Fundador Rio Rubio
Corretor há 8 anos e fundador da Rio Rubio Corretora, especializada em Vida em Grupo Empresarial com foco em setores de risco operacional. Atende empresas de motofrete, delivery, e-commerce, transportadoras e indústria em SP com proteção integrada CCT + periculosidade + Porto Diamante. Antes da corretagem, somou 20 anos de experiência em auditoria financeira e gestão de riscos em grandes bancos e seguradoras.
8
Anos de mercado
+5k
Clientes atendidos
Parceiros Diamante

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