No restaurante, o prato é feito e comido ali, sob condições que você domina. No catering e na cozinha industrial, a comida é transportada e servida em outro lugar — evento, empresa, entrega — onde temperatura, tempo e modo de servir fogem do seu controle. E é em escala: um único evento mal servido pode intoxicar dezenas ou centenas ao mesmo tempo. É a RC alimentar — somada à RC do evento e à cozinha — que ampara isso.
A comida consumida fora, a operação no evento e a cozinha que produz. A primeira é o que diferencia o catering de um restaurante.
O coração da apólice. Cobre danos a terceiros que consumiram os alimentos — intoxicação, contaminação, reação alérgica — com defesa e indenização. Como o catering serve grandes volumes em eventos, o limite é dimensionado para o pior cenário, não para uma reclamação isolada.
O catering monta estrutura e opera no espaço do cliente. Cobre danos a terceiros durante o evento — equipamento que cai, convidado acidentado, dano ao espaço do contratante — além do transporte dos alimentos até o local.
A cozinha concentra incêndio (fogões, fritadeiras, GLP) e equipamentos de alto valor. Protege fornos, câmaras e utensílios contra incêndio, roubo e danos elétricos, a mercadoria refrigerada contra falha de frio, e lucros cessantes pela parada.
Os riscos do catering caem em frentes diferentes. Veja qual cobre cada um:
ℹ Exemplos didáticos — a cobertura efetiva depende das cláusulas e do pacote contratado. A Rio Rubio monta a combinação exata pro seu catering.
O catering reúne exposições que o restaurante não tem na mesma medida: a comida é consumida fora, sob condições que você não controla, e em volumes concentrados num evento; a operação acontece no espaço do cliente, com estrutura e equipe; e a cozinha industrial concentra incêndio e refrigerados. Tratar o catering como um restaurante deixa subdimensionada justamente a frente do risco coletivo — a RC alimentar — e ignora a RC do evento.
Reúne RC alimentar (fornecimento), RC de eventos/operações, patrimônio e equipamentos da cozinha, mercadorias refrigeradas e lucros cessantes. A Rio Rubio, como Parceiros Diamante, dimensiona o limite de RC ao volume servido e ao porte dos eventos.
É o pior pesadelo de quem trabalha com catering. A comida saiu perfeita da cozinha, mas ficou horas montada no calor do evento, ou a cadeia de frio quebrou no transporte — e no dia seguinte chega a notícia de que dezenas de convidados passaram mal. Diferente do restaurante, onde a reclamação é quase sempre individual, no catering o dano é coletivo e concentrado: um único evento pode gerar dezenas de pedidos de indenização de uma vez, mais o dano à reputação com o contratante. A RC alimentar com limite dimensionado para o evento é o que protege — e o seguro patrimonial comum não cobre nada disso.
O dono do catering pensa no fogão e no freezer. Mas o grande risco está na rua: a comida fora, no calor do evento, fora do seu controle. Quando dá errado, não é um cliente — são todos os convidados de uma vez. RC alimentar dimensionada para o evento não é exagero: é o tamanho real do risco.
— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora
Cozinheiros, auxiliares, garçons e a equipe de montagem fazem o evento acontecer. Além do patrimônio e da RC, vale proteger as pessoas:
Veja o Vida em Grupo Empresarial — patrimônio e pessoas na mesma proposta.
PDF com as 3 frentes de risco, a tabela "quem paga" por sinistro e por que a RC alimentar do catering precisa pensar no evento inteiro.
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Alimentação e eventos com riscos próprios:
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