O condomínio é empregador, e a CCT prevê uma indenização de 12 salários nominais por morte ou invalidez permanente do funcionário — cerca de R$ 25 mil para um porteiro. O Benefício Social obrigatório (R$ 35/mês) é um piso de assistência. Um seguro de vida em grupo protege o caixa do condomínio, evita rateio extra e ampara a família.
A CCT 2025/2026 firmada entre o SINDICOND (sindicato dos condomínios) e o Sindifícios (empregados de edifícios — zeladores, porteiros, vigias, faxineiros) determina, para os condomínios de São Paulo:
O Benefício Social é um piso de assistência. A proteção real de morte e invalidez — e a tranquilidade do caixa do condomínio — vêm do seguro de vida em grupo que você contrata.
Se o Benefício Social ficar inadimplente (multa de 2% + 1% de juros/mês, §5º) ou perder a vigência, a indenização de 12 salários recai direto sobre o condomínio — cerca de R$ 25 mil para um porteiro, mais o funeral. Esse valor entra como despesa extraordinária no rateio dos condôminos, justo no pior momento. Um seguro de vida em grupo transfere esse risco para a seguradora.
📄 CCT Condomínios SP 2025/2026 — SINDICOND × Sindifícios · registro MTE SP010114/2025 · Cláusula 27ª (Benefício Social) e cláusula de Indenização por Morte e Invalidez Permanente
Muita gente esquece, mas o condomínio tem CNPJ e é o empregador direto do zelador, do porteiro, do vigia e do faxineiro. Com isso vêm as obrigações da CCT: o Benefício Social de R$ 35/mês e a indenização por morte e invalidez permanente de 12 salários nominais. O Benefício Social cobre um piso (12× R$ 2.300 e funeral de R$ 4.000), mas depende da gestora — e o §8º é claro: se ele lapsar, a obrigação de 12 salários volta para o condomínio.
Para o síndico e a administradora, a conta de um sinistro sem seguro é dura: além do trauma, há uma despesa extraordinária que precisa de rateio entre os condôminos, muitas vezes em assembleia, no pior momento possível. Um seguro de vida em grupo bem dimensionado transfere esse risco para a Porto e transforma uma surpresa de R$ 25 mil em uma despesa mensal previsível.
O síndico não precisa de mais um susto em assembleia. O seguro de vida em grupo existe pra que a morte de um funcionário não vire rateio extraordinário — e pra que a família seja amparada de verdade.
— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora
Tratar a cobertura do condomínio no piloto automático custa caro:
O Benefício Social obrigatório já custa R$ 210/mês (R$ 35 × 6). Um seguro de vida em grupo de R$ 27.600 por funcionário via Porto Diamante fica em faixa parecida — e cobre a indenização de 12 salários, protegendo o caixa do condomínio de um rateio de R$ 25 mil. Use a calculadora para ver os dois lado a lado.
Use a calculadora ou mande WhatsApp com o número de funcionários e o perfil do condomínio. Residencial, comercial e misto têm perfis de risco diferentes.
Capital dimensionado para cobrir a indenização de 12 salários e amparar a família, pronto para aprovar em assembleia ou pela administradora.
Cobertura imediata. Condomínio em compliance com a CCT e protegido contra rateios extraordinários no caso de sinistro.
PDF exclusivo com a Cláusula 27ª e a indenização de 12 salários explicadas, a diferença entre Benefício Social e seguro de vida, e como proteger o caixa do condomínio de rateios extraordinários.
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Cada categoria tem sua convenção e suas regras de seguro de vida. Veja as que cobrimos:
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