Lei 14.967/2024 · Estatuto da Segurança Privada · Art. 29

Na segurança privada, o seguro de vida do vigilante é obrigatório por lei federal

O Art. 29 da Lei 14.967/2024 (Estatuto da Segurança Privada) lista, entre os direitos do vigilante, o inciso V — seguro de vida em grupo. Vale em todo o Brasil desde setembro/2024: toda empresa de vigilância, escolta ou transporte de valores precisa mantê-lo, custeado 100% pela empresa. A CCT da categoria detalha os valores.

Base legalArt. 29, V · Lei 14.967
Vigênciadesde set/2024
Alcancenacional
FiscalizaçãoPolícia Federal
Texto Oficial

O que o Art. 29 da Lei 14.967 determina

A Lei 14.967, de 9 de setembro de 2024, instituiu o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras. No Art. 29, ao listar os direitos do vigilante e do vigilante supervisor, a lei traz expressamente:

Art. 29 — São direitos do vigilante (…)
  • III — porte de arma de fogo, quando em efetivo serviço;
  • IV — materiais e EPI em perfeito estado;
  • V — seguro de vida em grupo;
  • VI — assistência jurídica por ato decorrente do serviço.

Sendo direito do vigilante, é obrigação da empresa — custeada 100% por ela, em todo o Brasil, desde set/2024.

⚠ A lei é o piso; a CCT põe o valor

A Lei 14.967 torna o seguro obrigatório, mas não fixa o valor. Quem fixa é a Convenção Coletiva da categoria — em SP, a Cláusula 22 referencia a cobertura em múltiplos do piso do vigilante (piso 2026 ≈ R$ 2.271,74): em geral 26× por morte (≈ R$ 59.000) e 52× por invalidez no exercício (≈ R$ 118.000).

📄 Lei 14.967/2024 — texto oficial (Planalto)

Estimativa em 30 segundos
Quanto custa pra sua empresa de segurança?
Estimativa Porto Diamante
R$ — a R$ —
/mês para todo o efetivo
Cobertura por morteR$ —
Invalidez no exercício (≈2×)R$ —
Por vigilante/mêsR$ —
Custo anual estimadoR$ —
ℹ Estimativa baseada em perfil médio do setor de segurança e referência de mercado Porto Diamante. A cotação exata depende do segmento (desarmada, armada, transporte de valores), do piso da CCT vigente e da idade média do efetivo. Resposta personalizada em até 2 horas úteis pelo WhatsApp.

Segurança privada — encontre o seu segmento

A Lei 14.967 alcança toda a operação de segurança. Veja a análise específica do seu segmento, com a cobertura de Vida em Grupo recomendada:

Vigilância · SP
Vigilância patrimonial — CCT SEEVISSP
Cláusula 22 da CCT SP + Lei 14.967. Cobertura armada e desarmada, 26× a 52× piso.
Ver análise →
Carro-forte · Valores
Transporte de valores — carro-forte
O segmento de maior risco de assalto. Lei 14.967 + Cláusula 22, morte 26× / invalidez 52× piso.
Ver análise →
⬡ Pilar · NR-16
Periculosidade do vigilante (Anexo 3)
A segurança é o Anexo 3 da NR-16: adicional de 30% além do seguro. Entenda os dois.
Ver o pilar →

Por que esta lei muda o jogo na segurança

Antes da Lei 14.967, a obrigatoriedade do seguro de vida do vigilante vinha apenas das convenções coletivas — variando por estado e sujeita à renegociação anual. Agora há um piso federal: independentemente da CCT, toda empresa de segurança precisa manter o seguro de vida em grupo do seu efetivo.

Na prática, isso eleva o risco de quem não cumpre. Já há decisões condenando empresas que não contrataram o seguro a pagar diretamente a indenização ao vigilante ou à família. E como a empresa de segurança só opera com autorização da Polícia Federal, o descumprimento de obrigações do Estatuto pesa também na renovação dessa licença.

No setor que protege todo mundo, deixar o próprio vigilante sem seguro deixou de ser só um risco trabalhista — virou descumprimento de lei federal, com a Polícia Federal de olho.

— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora

Custo de não cumprir a Lei 14.967

A empresa de segurança sem o seguro de vida em grupo fica exposta a:

  • Indenização direta ao vigilante ou à família em caso de morte/invalidez — sem seguradora intermediando (26× a 52× o piso)
  • Ação trabalhista do vigilante ou do sindicato da categoria
  • Risco na autorização de funcionamento concedida pela Polícia Federal
  • Dano de imagem num setor que vende confiança e conformidade
⚠ Empresa com 50 vigilantes: a conta

Compliance via Porto Diamante: ~R$ 1.000-1.800/mês. Um único sinistro fatal sem seguro: indenização de R$ 59k a R$ 118k + ação trabalhista + exposição na licença PF. Cumprir a lei é incomparavelmente mais barato — e é o mínimo que se espera de quem é segurança.

Análise Gratuita

Receba o Guia Lei 14.967 + Seguro do Vigilante + análise da sua empresa

PDF exclusivo com o Art. 29 na íntegra, o paralelo com a CCT da categoria (Cláusula 22), os múltiplos de cobertura por piso e um checklist de compliance pra renovação da autorização na Polícia Federal.

  • Art. 29 da Lei 14.967 e o inciso V (seguro de vida em grupo)
  • Como a lei federal e a CCT da categoria se somam
  • Cobertura por múltiplo do piso (26× morte / 52× invalidez)
  • Estimativa Porto Diamante por segmento (desarmada, armada, valores)

Receba o guia grátis

Email + WhatsApp opcional para contato em 2h úteis.

Dados tratados conforme LGPD. Não compartilhamos com terceiros.

Recebido! 🎉

Em alguns minutos você recebe o Guia Lei 14.967 no email.
Se deixou WhatsApp, Jorge Neto contata em até 2h úteis.

Perguntas frequentes

A Lei 14.967/2024 obriga seguro de vida para vigilante?
Sim. O Art. 29 da Lei 14.967/2024 (Estatuto da Segurança Privada) lista, entre os direitos do vigilante e do vigilante supervisor, o inciso V — seguro de vida em grupo. Sendo direito do trabalhador, é obrigação da empresa de segurança mantê-lo, em todo o território nacional.
Vale só para São Paulo ou para o Brasil todo?
Para o Brasil todo. A Lei 14.967/2024 é federal e vigora desde setembro de 2024 — alcança qualquer empresa de segurança privada, vigilância patrimonial, transporte de valores ou escolta armada. A CCT de cada estado detalha os valores, mas o piso de obrigatoriedade é nacional.
O vigilante paga parte do seguro?
Não. Por ser direito do vigilante previsto em lei, o seguro de vida em grupo é custeado integralmente pela empresa de segurança. Não se admite desconto do empregado para esse fim.
E se a empresa não tiver o seguro?
Responde diretamente pela indenização prevista na convenção da categoria em caso de morte ou invalidez — já há decisões condenando empresas que não contrataram o seguro. E como a autorização de funcionamento é da Polícia Federal, o descumprimento do Estatuto pesa na renovação dessa licença.
A CCT da categoria ainda vale, além da lei?
Sim, as duas se somam. A Lei 14.967 define a obrigatoriedade nacional; a CCT da segurança privada em cada estado (em SP, a Cláusula 22) detalha as coberturas mínimas — tipicamente em múltiplos do piso do vigilante (ex.: morte 26× e invalidez no exercício 52×).
Cobre vigilante desarmado, armado e de transporte de valores?
Sim. A proteção alcança toda a operação — vigilância patrimonial desarmada, vigilância armada, escolta armada e transporte de valores. Quanto maior o porte de arma e a exposição a assalto, mais peso ganha a cobertura de morte e invalidez por acidente no exercício.
Quanto custa o seguro de uma empresa de segurança?
Para a cobertura referenciada na CCT (≈ R$ 59.000 por morte, 26× o piso), via Porto Diamante o custo costuma ficar entre R$ 18 e R$ 40 por vigilante/mês, conforme o segmento e a idade média do efetivo. Use a calculadora desta página.

Sobre o autor

Jorge Neto
Jorge Neto
Corretor · Parceiros Diamante Porto Seguro · Fundador Rio Rubio
Corretor há 8 anos e fundador da Rio Rubio Corretora, especializada em Vida em Grupo Empresarial para setores de risco. Como Parceiros Diamante Porto Seguro (categoria máxima) e com SUSEP de alcance nacional, estrutura o seguro de vida obrigatório de empresas de segurança privada de todo o Brasil — cruzando a Lei 14.967/2024, a CCT da categoria e os critérios da Polícia Federal. Antes da corretagem, somou 20 anos de experiência em auditoria financeira e gestão de riscos.
8
Anos de mercado
+5k
Clientes atendidos
Parceiros Diamante

Sua empresa de segurança em compliance

Cotação Porto Diamante grátis. Análise por segmento (desarmada, armada, valores) e paralelo Lei 14.967 + CCT inclusos.

Conversar com Rio Rubio