A gráfica concentra o que o fogo mais gosta — papel, tintas, vernizes e solventes — ao lado de equipamentos que aquecem. É um dos comércios com maior risco de incêndio. E o ativo da gráfica está nas impressoras offset e digitais, que valem uma fortuna e param a produção se quebram. Some-se a RC pela tiragem: são 3 frentes, e o seguro de loja comum não dimensiona o fogo nem as máquinas.
O fogo, as máquinas e a entrega. As duas primeiras são o que distingue a gráfica de um comércio comum — e o que o seguro de loja ignora.
Cobre o risco elevado de incêndio da gráfica — papel em volume, tintas, vernizes, solventes e álcool, somados a equipamentos que aquecem. A cobertura é dimensionada a esse risco, com atenção ao armazenamento de inflamáveis e à prevenção.
Protege impressoras offset e digitais, plotters, guilhotinas e máquinas de acabamento — o maior ativo da gráfica — contra danos, roubo, furto e falhas elétricas, com possível cobertura de quebra/avaria de máquinas.
Cobre a RC por danos a terceiros (e, conforme a apólice, decorrentes da tiragem/produção) e o imóvel — mais lucros cessantes pela receita perdida com a produção parada após um sinistro.
Os riscos da gráfica caem em frentes diferentes. Veja qual cobre cada um:
ℹ Exemplos didáticos — a cobertura efetiva depende das cláusulas, da prevenção e do pacote contratado. A Rio Rubio monta a combinação exata pra sua gráfica.
Poucos negócios reúnem, no mesmo galpão, tanto material inflamável e tanto capital em equipamento. O papel é combustível; tintas e solventes aceleram o fogo; e uma impressora offset ou um plotter de grande formato pode valer o equivalente a anos de faturamento. Por isso o seguro de loja comum fica curto duas vezes: subestima o risco de incêndio e não dimensiona o valor das máquinas. O pacote certo trata incêndio, equipamentos e RC juntos, com a prevenção em dia.
Reúne incêndio dimensionado aos inflamáveis, equipamentos gráficos (com quebra de máquinas), RC, patrimônio e lucros cessantes. A Rio Rubio, como Parceiros Diamante, ajusta as coberturas ao tipo de produção e orienta a prevenção.
É a combinação que assusta o segurador: estoque de papel (puro combustível), tintas e solventes inflamáveis, álcool de limpeza, e máquinas que geram calor e faísca. Quando o fogo começa numa gráfica, encontra tudo o que precisa para se alastrar rápido — e levar junto as impressoras, que são o coração e o maior ativo do negócio. Por isso a cobertura de incêndio precisa ser dimensionada a esse risco real (não à tarifa de uma loja qualquer) e os equipamentos segurados pelo seu valor de reposição. Tratar a gráfica como comércio comum é a receita do subseguro.
Gráfica não é loja: é carga de fogo concentrada ao lado de máquinas que valem uma fortuna. O incêndio se alastra rápido e pode levar a produção inteira. Dimensionar o incêndio aos inflamáveis e segurar os equipamentos pelo valor real é o que separa o protegido do subsegurado.
— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora
Impressores, acabamento, arte-finalistas e entrega tocam a gráfica. Além do patrimônio, vale proteger a equipe:
Veja o Vida em Grupo Empresarial — patrimônio e pessoas na mesma proposta.
PDF com as 3 frentes de risco, a tabela "quem paga" por sinistro e o checklist de prevenção de incêndio.
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Outros ramos com risco de incêndio e equipamentos de valor:
Cotação Porto Seguro grátis. Incêndio dimensionado aos inflamáveis + equipamentos (com quebra de máquinas) + RC + patrimônio.
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