A CCT 2025/2026 da construção civil de MS não fixa um valor em reais: ela obriga auxílio-acidentário (Cláusula 16ª) e auxílio-funeral (Cláusula 17ª), cada um de 5× a remuneração do trabalhador. O parágrafo único de ambas dispensa a empresa que adota um seguro com prêmio igual ou maior — por isso o seguro de vida em grupo é a saída natural.
A Convenção Coletiva 2025/2026 firmada entre SINDUSCON-MS e os sindicatos SINTRACOM de Campo Grande, Dourados e Três Lagoas traz dois benefícios obrigatórios ligados a morte e invalidez:
Como o valor acompanha o salário, ele cresce com a função: servente (R$ 1.620) ≈ R$ 8.100; mestre de obras (R$ 3.342) ≈ R$ 16.710 por benefício.
A CCT é clara: ou a construtora paga os 5× a remuneração do próprio bolso na hora do acidente, ou contrata um seguro de vida em grupo que cobre as duas obrigações de uma vez. Para uma equipe de 20 pessoas a exposição passa de R$ 200 mil — concentrada exatamente no pior mês. O seguro troca esse risco por uma mensalidade baixa e ainda agiliza o pagamento à família.
📄 CCT 2025/2026 homologada — SINDUSCON-MS (Cláusulas 16ª e 17ª)
A construção é um dos setores de maior mortalidade do trabalho no Brasil: quedas, soterramentos, choque elétrico e prensagem. Diferente de outros estados, o MS não fixa um capital em reais: a obrigação é 5× a remuneração de cada trabalhador, em dois eventos — invalidez por acidente e morte. Quanto mais qualificada a equipe, maior a conta.
O problema não é o valor médio, é a concentração: ele vence de uma vez, sem aviso, no mês mais difícil da obra. O seguro de vida em grupo existe pra transformar esse risco concentrado em custo previsível — e, pela própria CCT, ele quita a obrigação desde que o prêmio seja igual ou superior.
No canteiro, a pergunta não é "se" vai acontecer um acidente grave, é "quando". O seguro existe pra que esse dia não quebre a construtora nem desampare a família.
— Jorge Neto, Rio Rubio Corretora
Sem cobrir a obrigação, a construtora fica exposta a:
A R$ 2.100 de salário médio, a obrigação da CCT soma ~R$ 210 mil de exposição em caixa (5× × 20). Cobrir isso com seguro via Porto Diamante sai por ~R$ 185-270/mês. O seguro não é custo: é o que evita descapitalizar a obra na pior hora.
Use a calculadora ou mande WhatsApp com salário médio e nº de trabalhadores CLT. Construção pede análise específica de risco.
Capital dimensionado para cobrir os 5× da remuneração de cada função — quitando as Cláusulas 16ª e 17ª da CCT de MS.
Após assinatura, cobertura imediata. Construtora em compliance com a CCT desde o primeiro dia de obra.
PDF exclusivo com as Cláusulas 16ª e 17ª na íntegra, a tabela de 5× por função (servente a mestre) e a explicação de como o seguro quita a obrigação pela própria convenção.
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Cada base tem sua CCT da construção, com piso e valores próprios. Veja as que cobrimos:
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